28/02/2009
Treinador australiano engorda 40 kg para ‘entender’ obesos
Um ex-modelo e treinador de academia de Melbourne, na Austrália, está fazendo uma dieta especial para tentar ganhar 40 kg e entender melhor seus alunos obesos.
Paul James, o “PJ”, de 32 anos, diz que quer sentir “na pele” como seus clientes com excesso de peso se sentem e entender por que eles têm dificuldade em perder os quilos extras.

Conheço um blogueiro ai, de um certo brogui blog, que também engordou os mesmos 40 quilos que o treinador acima quer engordar, o problema foi que ele nunca perdeu esses 40 quilos. E claro, como todo gordinho que era magro, também tenho uma foto do antes (2005) e depois (Final de 2008).

Eu engordei tudo isso, pois quebrei os dois tornozelos em um campeonato de Jiu Jitsu (culpa minha) ficando sem treinar por muito tempo e sem praticar qualquer atividade física, agora finalmente estou recuperado (também teve o lance de começar a namorar, que ajuda muito). Vamos ver, se a academia que comecei a frequentar há 1 mês realmente cumprir o que os comerciais da tv falam, devo estar em forma novamente dentro de no máximo 3 meses. Será?
27/02/2009

Chegava o final do mês e, como todos os outros funcionários da empresa, eu reclamava do salário. A diferença era que nunca trabalhei lá. Há uns cinco anos eu tinha sentido vontade de ir ao banheiro, pedi para usar o lavabo deles e acabei ficando. Encontrei uma cadeira vazia, uma pilha de papéis e uma velha máquina de escrever elétrica. Era o que eu precisava para começar a digitar meus relatórios, que ninguém lia. Ocasionalmente eu alternava essa função com uma outra, mais divertida: interromper reuniões de negócio com algumas frases de efeito.
- Me desculpe, senhores, mas o job do customer relationship management já está pronto?
- O quê?!
- O job do customer relationship management. Ele deve estar pronto on demand ou isso influenciaráo downsizing do nosso share of mind no data-warehouse.
- Nós não estamos sabendo de nada.
- Eu escrevi um relatório sobre isso ontem, depois do staff meeting!! Seus corporate executives de merda. Todos vocês receberam!!
- A gente… A gente não recebeu.
- Não receberam, né? Vocês que sabem. O presidente da empresa vem amanhã aí. Se esse job não estiver pronto, anéis anorretais irão sangrar!!
Em questão de segundos todos os sujeitos começavam a revirar aquela papelada, procurando a porra do relatório. Entornavam latas de lixo, agrediam secretárias, tremiam de nervoso, empapuçavam o colarinho de suor. Um deles chegou inclusive a ter um ataque cardíaco, mas o meu advogado me instruiu a não comentar nada sobre este assunto. Depois desse incidente eu resolvi encontrar um novo hobbie. Consistia em ficar plantado na entrada da empresa e espantar todos os nossos clientes com uma fantasia de bate-bola. Alguns deles eram mais corajosos e tentavam entrar assim mesmo. Mas nada que um spray paralisante não resolvesse. Quando fechamos o terceiro semestre com prejuízo por conta disso, eu escrevi um relatório culpando o Luciano do almoxarifado, que vinha tomando cafédemais. Fiz as contas de quanto o sujeito bebeu nos últimos três meses e sugeri que ele fosse enrolado em um casulo de fita crepe e papel almaço, sendo abandonado à própria sorte em algum canto da empresa. Mas como ninguém lê o que eu escrevo, não aconteceu nada.
De uns meses para cá eu comecei a me sentir meio inútil e decidi cuidar de uma impressora. Só que ela fazia muito barulho. Cheeeng, cheeeng, sabe como é? Eu ali parado o dia inteiro, sem ninguém pra conversar, ao lado daquela porra e ela fazendo cheeeeng, cheeeeng. Entornei um copo inteiro de café em cima da maldita máquina, que parou de fazer barulho. Algum espertalhão do suporte apareceu e começou a gritar que eu tinha quebrado a única impressora do andar. Mas obviamente o culpado era o Luciano do almoxarifado.
- Se ele tivesse bebido todo o café, nada disso teria acontecido.
Houve uma comoção geral em torno da impressora. Era uma Epson advanced 2000, imprimia colorido todos os documentos, nunca deixou ninguém na mão. Uma mulher atirou um clips em mim e eu percebi que precisava fazer alguma coisa para acalmar os ânimos. Foi então que descobri como resolver aquele impasse: eu ia ficar circulando pelo escritório com um bloquinho.
- Ei, cara do bloquinho, tô precisando imprimir esse texto!
Daí eu copiava tudo o que estava escrito no monitor e deixava as folhas de papel em cima da mesa. Até ai tudo bem. Complicado era quando tinha alguma imagem no meio e eu precisava usar lápis de cor. Nunca soube desenhar direito. Passava o programa do Daniel Azulay na TV e eu, já velho, não conseguia fazer nada daquilo. Foda.
Toda essa minha nova função como impressora me absorveu muito. Eu praticamente morava no escritório, virando noites com o bloquinho e cada vez me distanciando mais da minha família. Tinha em casa uma esposa gorda, um poodle neurótico e um filho de olhos puxados que não se parecia muito comigo. Mas sentia falta deles mesmo assim. E como eu estava divido entre meu trabalho e família, achei melhor trazer eles para ficar comigo no escritório. Morar mesmo, entende? E foi assim que nos mudamos de vez. O Lucas, o meu filho com cara de japonês, fez de uma das salas de reunião o seu quarto. Pendurou um modelo Revell no teto e formatou o computador do chefe pra poder jogar Fifa Soccer. Minha gorda esposa pôs um fogão no meio da sala de engenharia. Chamou todas as amigas pra conhecer a casa nova. E por incrível que pareça, o pessoal do escritório parecia não dar a mínima. Estavam concentrados demais no trabalho para perceber o que acontecia à sua volta. O poodle cagando todo o corredor, o garoto roendo a unha do pé na recepção, a mulher passando a feiticeira no carpete; nada disso incomodava os funcionários.
Depois de uns meses o escritório fechou. Não foi culpa de mais um trimestre de prejuízo, da conjuntura econômica, nem tão pouco do Luciano do almoxarifado. Ao voltar de um almoço no domingo, percebemos que minha esposa esquecera a chave no escritório, trancado a gente do lado de fora. Na segunda-feira ninguém conseguiu entrar. E os dias foram se passando, os funcionários se amontoando na entrada, até que chegou a notícia: a empresa havia pedido concordata. Foi ai que decidimos ir ao bar mais próximo e nos reunir pela última vez. Enchemos a cara. A certa altura alguém sugeriu que fizéssemos uma roda de oração. Demos as mãos e, como nenhum de nós sabia rezar e todos ali já estavam bêbados, cantamos uma música triste do Chico Buarque. Não me lembro o nome. O que eu me lembro é do rosto daqueles colegas a quem aprendi a amar nestes últimos anos. Lembro-me de todos os momentos que compartilhamos juntos, das conquistas, das derrotas, do sentimento comum de fraternidade que nos unia em torno desta empresa. Mas com esse pequeno detalhe: eu nunca trabalhei lá.
Texto: Pedro Ivo Resende - Blog
27/02/2009
Quando olhei a imagem abaixo eu pensei que esse “vidro” era nada mais, nada menos que um aquário, pois eu tinha visto algo parecido em algum lugar que não me recordo qual é. Mas depois que entendi do que se tratava fiquei surpreso, eu até gostei da idéia, mas infelizmente é impossível fazer um desses em um apartamento.

Clique no botão abaixo e veja o restante das imagens para entender o que é isso:
26/02/2009
Bom, pelo menos eu acredito que essa imagem represente isso, esta imagem é mais uma daquelas famosas pinturas 3D que os artistas fazem no chão, assim como aquela fenda no gelo que publiquei há um tempo atrás. O resultado dessa ficou bem bacana e, procurando na internet, achei algumas imagens dela quando foi feita. (Uma das imagens mostra até mesmo o momento em que havia apenas os traços do desenho no chão).

26/02/2009
Semana passada fui convidado pelo pessoal da Casa Fiesta para ir a uma escola de culinária onde iríamos aprender a fazer alguns pratos tradicionais do México. Chegando lá, fomos recebidos pelo Chef Júlio Cesar Morillo, um peruano com um ótimo senso de humor (ainda bem, pois eu adoro fazer uma graça em ambientes sérios).
Antes de começar a cozinhar, e até mesmo para todos perdemos um pouco a timidez, tomamos uma dose de Tequila Black, lógico, ninguém foi obrigado a tomar nada, mas eu não deixei passar a oportunidade. Alguns outros blogueiros/flickeiros foram convidados para a festa, Vitor do Com Limão, Wagner do Boombust, Helton do Hitechlive, Luiza Gomes do Eu Capricho, Tanaka, Faby Zanelati do Rainhas do Lar, Cobra do Homem na Cozinha, Nhock e Biso do Haznos entre outros.

Fomos divididos em grupos, onde alguns fariam nachos, outros burritos e o nosso grupo foi escolhido para fazer Fajitas, foi complicado, mas nós demos conta do recado. (Claro, eu e o Vitor deixamos nossas namoradas tomando conta da panela, como podem ver abaixo)

Mas se você pensa que elas fizeram todo o trabalho pesado, veja o vídeo abaixo onde eu pago mico mostro como é que se corta os ingredientes com toda a destreza de um cozinheiro profissional (ok ok, talvez nem tão profissional assim)
Claro que foi tudo uma grande brincadeira, foi engraçadíssimo o ambiente e muito bom aprender um pouco mais sobre a culinária mexicana. A Luiza Gomes publicou a receita e o passo a passo de como fazer as nossas Fajitas, caso queira ver, clique aqui!
De tudo na vida tiramos uma lição, a que eu aprendi lá foi a seguinte: “Se a Faby Zanelati falar que jalapeño não é tão forte como dizem, jamais acreditem”. hahahah
Este post não é um publieditorial, é apenas o meu comentário sobre um evento que fui convidado e gostei de ter ido.
26/02/2009

Confesso que vacilei um pouco, deveria ter postado essa receita antes do carnaval, porém, como muitas pessoas não vão trabalhar até domingo, essa receita pode servir para todos encherem a cara e economizarem alguns trocados. Essa receita abaixo não é algo muito ‘família’, portanto só deve ser feita se você for maior de 18 anos.
Eu já a fiz uma vez, em um churrascão, o resultado fica bem próximo da bebida original, porém, com a opção de deixá-la mais forte ou mais fraca.

Para ver a receita (que é muito simples), basta clicar na imagem abaixo:
26/02/2009
Parece até que estou lendo uma mensagem de uma estudante americana querendo ser a mais popular do colégio e entrar para a turma das cheerleaders, mas não, isso não é mais um besteirol americano, é apenas mais um besteirol do Yahoo Respostas mesmo.

Se você quer ajudar a menina, você pode opinar utilizando este link.
Enviado pela Luana Mita
25/02/2009
Eu sempre tive curiosidade de saber como era o carro do presidente americano, pesquisando na internet eu descobri que ele não é somente um carro, ele é quase um tanque de guerra camuflado. Ele tem armas, câmeras com visão noturna, blindagem especial, oxigênio próprio, entre outras coisas.

O carro é incrível, atinge a velocidade máxima (60mph) em apenas 15 segundos. Clique na imagem abaixo para ver algumas fotos do carro ou clique na imagem em destaque (em inglês) do post para conferir cada acessório (divulgado) do carro.
25/02/2009
Eu adoro essas coisas diferentes que, na verdade, são apenas detalhes na decoração de qualquer casa, mas que na hora de utilizá-las fazem toda diferença e deixam o ambiente mais bonito e, no caso dos pratos, as refeições mais agradáveis.
Vejam que bom gosto teve o designer que fez esses pratos, clicando no link do restante do post, você poderá ver mais oito fotos que seguem o mesmo estilo, muita criatividade e bom gosto.

24/02/2009
Como eu disse no “Mini Post” abaixo, estou em Fartura-SP (pertinho do Paraná), decidi que nesse carnaval eu iria descansar um pouco a cabeça, pois estou com meu nível de stress lá no último com tanta coisa acontecendo. Aqui, para quem não conhece, é uma cidade bacana, pequena, porém muito acolhedora.
Toda noite vamos para a cidade ao lado, chamada Taguaí, lá tem um baile de carnaval legal, mas uma coisa me chamou atenção, tive que compartilhar com vocês, olha só o sabor do sorvete (ele é de chocolate com umas coisas não identificadas):

Pois é, agora quando você perguntar para seu sobrinho ranhento e chato qual o sabor do sorvete que ele quer e ele responder “não sei”, você taca este na goela dele.
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