03/07/2009

Há algum tempo, li uma das máximas mais importantes da filosofia contemporânea. Ela dizia:
“Empadinha sempre sobra. É o salgado-sobrevivente”
Parei pra pensar. Refleti. Contestei. Duvidei. Concordei. A empada é como o chocolate meio-amargo. Fadado a ser um eterno substituto, uma mera medida paliativa para os momentos difíceis de fome e escassez alimentícia.
Nesses momentos, digo: quem nasceu pra ser empada, jamais chegará à coxinha. A não ser o homem-coxinha.
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